No encontro dos alunos, TAEs e docentes, realizado ontem, decidiu-se pela realização de uma Assembleia Conjunta, no dia 28/05, às 12 horas, no hall em frente ao DA (convite anexo). Abaixo, segue, o link sobre a realização de Assembleia do Sindifes, amanha, dia 24/05, às 09:30 horas, na escadaria da reitoria, também para discutir sobre a manifestação do dia 30/05.
Nos dias 23 e 24 de maio, o Núcleo de Pesquisa em Vulnerabilidade e Saúde (Naves) da Faculdade de Medicina da UFMG promove debates e palestras sobre a esquizofrenia. O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição prévia. Os dois dias de programação começam às 19h e serão na própria Instituição.
Segundo o médico psiquiatra, colaborador do Núcleo e um dos organizadores do evento, Thiago Rodrigo, o objetivo é conscientizar a população de que quando os pacientes têm o tratamento adequado, podem ter uma vida normal. “É importante lutar pelos direitos, por um tratamento melhor e falar sobre o papel de uma equipe multiprofissional. Isso permite que a pessoa possa trabalhar, estudar e viver normalmente”, acrescenta.
Programação
No primeiro dia do evento, 23 de maio, acontece o debate sobre o programa “A Liga”, da TV Band, sobre esquizofrenia. Após a exibição, especialistas discutem a forma como a condição é abordada na mídia e esclarecem as principais dúvidas. “A mídia tem poder de ajudar na luta contra o estigma, que é um dos fatores que mais atrapalha o tratamento”, comenta Thiago. Nesse dia, o evento será na sala 22 da Faculdade de Medicina da UFMG.
Para a programação do segundo dia, 24 de maio, há as palestras baseadas nas principais dúvidas e dificuldades sobre a doença. Segundo o organizador, Thiago, essas questões foram levantadas junto aos familiares e pacientes para o planejamento do evento. “Algumas das questões mais comuns eram a inserção no mercado de trabalho, a relação com a dependência química e o estigma social”, conta. Nesse dia, o evento acontece na sala 463 da Faculdade.
(Fonte: Assessoria de Comunicação da Faculdade de Medicina UFMG)
Faculdade de Medicina coloca em debate a questão da esquizofrenia
Agendado para sessão aberta ao público em 23 de maio de 2019, o filme Macbeth é oportunidade de conhecer marcante produção cinematográfica norte-americana dirigida por Roman Polanski, nos anos 1970. A sessão acontece às 19h, no Centro Cultural UFMG dentro do projeto Cinecentro, e tem classificação etária de 14 anos.
Sinopse
Adaptação do clássico de William Shakespeare ao cinema, Macbeth narra a história de um senhor escocês (Jon Finch) que, após uma profecia, mata o rei para assumir o trono.
Em seu reinado de sangue ele jamais alcança a paz e sua esposa Lady Macbeth (Francesca Annis), tomada pela culpa, começa a enlouquecer ao mesmo tempo em que os inimigos conspiram para retomar o poder.
CineCentro
O CineCentro da UFMG exibe seleção de filmes de diversos gêneros da história do cinema com entrada franca. Na programação, são apresentadas películas consagradas pelo público e crítica.
23 de maio de 2019
19h
Centro Cultural UFMG
Entrada franca
(31) 3409-8280
Av. Santos Dumont, 174 – Centro – Belo Horizonte – MG
Não resta dúvida de
que o cenário para os servidores e serviços públicos no Brasil é desafiador. O
governo Bolsonaro está pautado em uma política de austeridade severa e não dá
sinais de que vai alterar sua postura, mesmo com os números e
cenário econômicoapontando que esses não são os caminhos corretos para
tirar o País da crise. Enquanto segue em sua obstinada missão de aprovar a
fatídica reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, mira no
derretimento do setor público. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO) de 2020 traz um freio ao processo estimando que servidores públicos em
condições para pedir aposentadoria aguardarão, em média, mais sete anos para
ingressar formalmente com seus pedidos por mudanças no chamado “abono de
permanência”.
Hoje, cerca de 100
mil servidores fazem jus ao abono. O atrativo foi criado para, justamente,
manter servidores qualificados e com tempo para se aposentar ainda na ativa.
“Isso representa uma economia para o governo e garante mão de obra
qualificada por mais tempo atuando no setor público”, resume
Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef/Fenadsef. A
entidade não descarta acionar a Justiça para assegurar que servidores tenham
garantido seu direito de requerer suas aposentadorias. “Usar o abono para
dificultar o acesso a esse direito não nos parece justo”, acrescentou.
Para mexer no direito ao abono permanência o governo teria que enviar uma PEC
(Proposta de Emenda Constitucional) ao Congresso Nacional, o que em plena
discussão de reforma da Previdência, segundo representantes do próprio
Ministério da Economia, não interessa no momento.