Arquivo diários:01/03/2016

ALMG oferece curso a distância sobre administração pública

Vereadores e servidores do Legislativo e do Executivo municipais podem se inscrever, a partir desta terça-feira (1º/3/16) até 16 de março, no curso a distância Controles na Administração Pública, oferecido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), por meio da Escola do Legislativo.

Segundo o professor e consultor legislativo Alexandre Bossi Queiroz, o curso discute conceitos como cidadania, soberania, governança pública, transparência, accountability e formas de controle. Também serão apresentadas ferramentas para que o gestor público possa exercer a função fiscalizadora.

A atividade ficará disponível para acesso no período de 15 de março a 18 de abril no ambiente virtual de aprendizagem da ALMG, onde também devem ser feitas as inscrições. Se já estiver cadastrado na plataforma, basta acessar o curso e efetuar a inscrição, seguindo as orientações que estiverem na tela. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail suporte.ead@almg.gov.br.

(Notícia extraída do seguinte endereço: http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2016/02/29_escola_do_legislativo_curso_a_distancia_administracao_publica.html)

Comissões avaliam projeto que regulamenta salários de servidores dos três poderes

Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados

Na pauta das Comissões de Finanças e Tributação; Constituição e Justiça e de Cidadania; e Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, o projeto de Lei 3123, de autoria do governo federal, que discute o escalonamento dos salários do funcionalismo público no país, ganhou mais linhas de discussão.

O encaminhamento do projeto às comissões foi feito pelo deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator da matéria. O detalhe é que isso atrasou a discussão no plenário da Câmara, antes marcado para amanhã, e que agora espera data para ser discutido.

O projeto de lei prevê novas regras para estabelecer o teto dos servidores nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O maior alvo do texto é excluir verbas indenizatórias que tornem os salários dos servidores superiores ao teto previsto. No Judiciário, por exemplo, os vencimentos não poderão ultrapassar o que recebem os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A proposta feita pelo governo da presidente Dilma Rousseff é uma das apostas do ajuste fiscal para diminuir o rombo das contas públicas. O problema, porém, é que ela esbarra em questões burocráticas e políticas.

(Notícia extraída do seguinte endereço: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/comissoes-avaliam-projeto-que-regulamenta-salarios-de-servidores-dos-tres-poderes-18777231.html#ixzz41etNEvkA)

Trancada por duas MPs, pauta do Plenário inclui ainda medidas de redução da máquina pública

O Senado inicia a semana com a pauta do Plenário trancada por duas medidas provisórias. A MP 695/2015 autoriza o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, bem como suas subsidiárias, a adquirir participação em instituições financeiras. A MP estabelece ainda que as instituições deverão exigir nas operações de compra uma cláusula prevendo a nulidade ou a possibilidade de anulação futura do negócio se for verificada a ocorrência de irregularidade pré-existente.

O texto também autoriza a loteria instantânea Lotex (raspadinha) a explorar comercialmente eventos de apelo popular, datas comemorativas, referências culturais e licenciamentos de marcas e de personagens. A Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (Lei 13.155/2015) estabelece que essa aposta deve abranger apenas temas ligados ao futebol.

Enxugamento da administração pública

Já a MP 696/2015 reduziu de 39 para 31 o número de ministérios e secretarias da Presidência da República e redistribuiu algumas competências entre os órgãos. A medida tem o objetivo de diminuir a máquina pública federal para cortar gastos. Entre as iniciativas, estão as fusões entre os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social e entre as pastas da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Pesca e Aquicultura. Pela MP, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão assume as funções da Secretaria de Assuntos Estratégicos, que deixou de existir.

As secretarias de Direitos Humanos, Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Políticas para as Mulheres passaram a compor um único órgão. A Secretaria-Geral da Presidência foi renomeada para Secretaria de Governo e incorporou as secretarias de Relações Institucionais e da Micro e Pequena Empresa. Por fim, o Gabinete de Segurança Institucional retomou o nome de Casa Militar da Presidência, que tinha até 1999.

Cargos em comissão

O enxugamento administração pública também é o tema da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2015, que restringe a quantidade de cargos em comissão. A PEC é outra matéria prevista na pauta do Plenário. De acordo com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), autor da proposta, o objetivo é reduzir a máquina pública e torná-la mais eficiente, capaz e qualificada tecnicamente, estabelecendo o critério da meritocracia e a realização de concurso público para preenchimento de parte dos cargos comissionados, 50% dos quais terão que ser ocupados por servidores do quadro efetivo da instituição.

Instituição fiscal e estatais

Outro projeto listado na Ordem do Dia é o que cria a Lei Geral das Estatais. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 555/2015objetiva aprimorar a gestão das empresas públicas e sociedades de economia mista no âmbito da União, estados e municípios, alterando regras de licitações, contratos e formas de fiscalização.

Ainda consta da pauta do Plenário a criação, no âmbito do Senado, da Instituição Fiscal Independente (IFI), prevista no Projeto de Resolução do Senado (PRS) 61/2015. A ideia é aprimorar os mecanismos de avaliação e controle social da política fiscal do governo.

(Notícia extraída do seguinte endereço: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2016/02/26/trancada-por-duas-mps-pauta-do-plenario-traz-lei-das-estatais-e-projeto-que-limita-cargos-em-comissao)

Servidores federais lançam campanha unificada no dia 16 de março

Reunidos nesse fim de semana em Brasília, representantes do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) promoveram debates em torno de um calendário de atividades e elegeram temas que devem nortear a luta da categoria ao longo desse ano. Desse encontro ficou estabelecida uma data de lançamento para a campanha unificada 2016 com um ato no dia 16 de março. Muitos dos eixos que permearam as campanhas salariais de anos anteriores vão continuar sendo defendidos. Destaque para a luta por uma política salarial permanente para o serviço público e o estabelecimento de uma data-base em 1º de maio. As defesas do direito irrestrito de greve e da regulamentação da negociação coletiva no setor público também estão entre as prioridades, bem como a luta constante pelo reconhecimento à paridade entre ativos, aposentados e pensionistas.

Também seguem entre os eixos reivindicatórios dos federais a busca pela isonomia de todos os benefícios entre os Três Poderes, além da isonomia salarial e a incorporação das gratificações produtivistas. Ainda na lista de prioridades está acompanhar no Congresso Nacional a defesa da aprovação de projetos importantes para o setor público e derrubada daqueles considerados prejudiciais. No campo previdenciário, o fórum dos federais também se posiciona contrário a novas tentativas de reforma da Previdência. Além disso, segue ainda a luta pela anulação da reforma promovida em 2003 e que retirou diversos direitos adquiridos dos trabalhadores públicos e da iniciativa privada.

Foram levantados temas que devem ser tratados em seminários que o Fonasef pretende organizar. Assuntos que devem dar rumo a organização e gestão administrativa e as transformações e desafios que os serviços públicos devem encarar nos próximos anos. Formas de precarização do trabalho; a natureza do Estado e serviços públicos envolvendo União, estados e municípios; plano de saúde e fundo de previdência (Funpresp); crise ambiental e ataques ao licenciamento; acessibilidade; Lei de Responsabilidade Fiscal; auditoria da Dívida Pública são temas que devem ser aprofundados em debates com especialistas.

Também entre os temas para discussão e aprofundamento estão reforma política; direitos dos povos indígenas e quilombolas; fim do superávit primário, correção da tabela do Imposto de Renda; modalidades de trabalho remoto e outros. O objetivo é transformar os encontros do fórum em reuniões quinzenais. Outra proposta é que o Fonasef desenvolva atividades mensais para chamar atenção sobre essas pautas urgentes para a categoria.

Mais atividades – Já aprovada está a participação unificada dos federais em atos que acontecem em Brasília no dia 14 de abril e 1º de maio, integrados com outras categorias e movimentos da sociedade civil organizada. O Fonasef também participa no dia 8 de março de uma ação para denunciar junto aos trabalhadores e trabalhadoras os ataques do governo, principalmente às mulheres, no que se refere à contrarreforma da Previdência Social.

A construção da unidade entre os federais é permanente e deve se fortalecer sempre mais para ser capaz de fazer frente a tentativas de ataques a direitos e também a defesa de avanços importantes para garantir servidores valorizados e serviços públicos de qualidade para todos. Para isso, o fórum vai continuar se organizando e definido as prioridades que devem mobilizar os federais.

Também nessa lista está a luta pelo cumprimento dos acordos assinados, a aprovação da PEC 555/06 que extingue cobrança previdenciária dos aposentados, a aprovação da PEC 56/14 que trata da aposentadoria por invalidez, a incorporação da luta contra o fim do abono permanência (PEC 139/15), denúncia da criminalização das lutas e da lei antiterrorismo, o fim da terceirização e toda forma de privatização e precarização dos serviços públicos, a defesa da criação de novas vagas para concurso pelo Regime Jurídico Único (RJU). Essa lista, assim como a luta dos servidores federais, não deve parar de crescer até que seja efetivamente conquistado um serviço público que atenda as necessidades do Brasil e os direitos de todo cidadão.

(Notícia extraída do seguinte endereço: http://servidorpblicofederal.blogspot.com.br/2016/02/servidores-federais-lancam-campanha.html)