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Trabalhei como CLT, MEI e servidor público, como fica a aposentadoria?

Como fica a aposentadoria?

Todos os recolhimentos feitos ao RGPS são válidos, independente da condição de segurado. Portanto, se o trabalhador começou como contribuinte individual, migrou para um regime CLT e terminou como avulso, não importa. Se as contribuições foram feitas, estará tudo certo.

Já para quem trabalhou na iniciativa privada e terminou como servidor público, existe a opção de transferir as contribuições feitas ao INSS para o Regime Próprio de Previdência Social. É a chamada “contagem recíproca”. O contrário também vale: é possível transferir o tempo de serviço público ao INSS.

É muito comum que um cidadão passe por diferentes vínculos trabalhistas durante a vida, como CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), MEI (Microempreendedor Individual), autônomo e servidor público. Mas você já parou para pensar como fica a aposentadoria nesses casos?

O tipo de vínculo interfere na aposentadoria?

Antes de mais nada, é preciso saber que a Previdência Social é dividida em vários regimes. Portanto, é bastante comum que as regras de aposentadoria sejam diferentes entre um trabalhador e outro.

O regime mais famoso é o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que trata da questão previdenciária para trabalhadores da iniciativa privada. As contribuições são feitas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Já os servidores públicos possuem o chamado Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Cada ente federativo (governo federal, estados e municípios) costuma ter o seu próprio RPPS, regulando a aposentadoria de seus respectivos servidores. Os que não tem se submetem às normas do RGPS.

Outro regime bastante conhecido é o dos militares, que também possuem regras diferentes.

Mas por que saber isso é importante? Porque cada regime possui seus próprios requisitos para o acesso ao benefício. 

Como se dão as contribuições à Previdência Social?

No caso de servidores públicos e militares, não é preciso se preocupar. O desconto previdenciário é feito pelo próprio regime de Previdência que administra seus trabalhadores.

Agora, para os trabalhadores do Regime Geral de Previdência Social, a situação é um pouco diferente. Isso porque, em alguns casos, quem deve fazer a contribuição previdenciária é o próprio trabalhador. 

É muito comum que um cidadão passe por diferentes vínculos trabalhistas durante a vida, como CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), MEI (Microempreendedor Individual), autônomo e servidor público. Mas você já parou para pensar como fica a aposentadoria nesses casos?

Quem contribui com o INSS por conta própria?

  • contribuintes individuais, incluindo o Microempreendedor Individual (MEI);
  • segurados facultativos.

É muito comum que um cidadão passe por diferentes vínculos trabalhistas durante a vida, como CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), MEI (Microempreendedor Individual), autônomo e servidor público. Mas você já parou para pensar como fica a aposentadoria nesses casos?

Quem não precisa contribuir com o INSS por conta própria?

  • trabalhador com carteira assinada (CLT);
  • trabalhador avulso;
  • segurado especial.

Fonte: https://economia.ig.com.br/2021-12-09/clt-mei-servidor-publico-aposentadoria.html

Autoestigma faz com que muitas pessoas demorem ou não consigam buscar ajuda para tratar problemas de saúde mental

Jornal da USP no ar – Minuto Saúde Mental #43: Autoestigma faz com que muitas pessoas demorem ou não consigam buscar ajuda para tratar problemas de saúde mental

Com a sociedade de maneira geral falando cada vez mais sobre saúde mental, talvez você já tenha se deparado ou irá se deparar em breve com o termo estigma. É sobre esse termo que o professor João Paulo Machado de Sousa fala no Minuto Saúde Mental desta semana.  

Em seu significado mais concreto, estigma quer dizer “marca”, assim como aquelas que alguns povos utilizavam em seus escravos para deixar clara sua posição social, ou as marcas nas mãos e pés de Jesus resultantes da crucificação. No sentido mais amplo em que é utilizado hoje em dia, o termo estigma serve para se referir a alguma característica pessoal que traria desvantagem em relação a outras pessoas, uma marca de inferioridade. É por isso que a palavra ganhou importância na saúde mental.

A pessoa com um problema de saúde mental é frequentemente vista por outras como alguém incapaz de responder integralmente às demandas típicas de sua faixa etária e contexto cultural. Além disso, como a diferença é associada à inferioridade, o estigma pode frequentemente resultar em discriminação. É importante guardar a informação de que o estigma afeta a empatia, que é a capacidade que a gente tem de se identificar com a condição do outro e que é crucial para a vida social. 

O estigma pode, ainda, surgir de dentro da própria pessoa. Por exemplo, quando alguém percebe que está tendo dificuldades para lidar com as questões da vida e com os próprios sentimentos e faz um julgamento negativo desta percepção, que acaba dificultando a busca por ajuda. Muitos pesquisadores acreditam que o estigma contra si mesmo (ou autoestigma) faz com que muitas pessoas demorem ou não consigam buscar ajuda para tratar problemas de saúde mental.

O principal meio para se combater o estigma de forma geral, e não só na saúde mental, é a informação. Isso acontece porque o conhecimento sobre qualquer condição de saúde faz com que entendamos melhor as causas e a extensão do problema e não nos apoiemos em crenças ao lidar com ele. No caso da saúde mental, por exemplo, muita gente ainda associa a ocorrência de dificuldades e transtornos com características pessoais como fraqueza e falta de iniciativa. Quando essas pessoas entendem que problemas de saúde mental ocorrem por causa de uma cadeia de causas que estão além da vontade ou da capacidade de ação da pessoa atingida, fica mais fácil ultrapassar o estigma, sentir empatia e até oferecer ajuda.

Portanto, ao lidar com pessoas que estão em sofrimento mental ou ao sentir que as coisas não vão bem com você mesmo, o melhor a fazer é buscar informação e ajuda competente.

Fonte: https://jornal.usp.br/podcast/minuto-saude-mental-43-autoestigma-faz-com-que-muitas-pessoas-demorem-ou-nao-consigam-buscar-ajuda-para-tratar-problemas-de-saude-mental/

Projeto de Extensão para Universitários e Servidores com Deficiência no Centro Esportivo Universitário

O Projeto de Extensão é exclusivo para alunos com deficiência, regularmente matriculados em cursos de Graduação e Pós-Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais e funcionários da UFMG, (SIEX:403450) e retornou com o atendimento presencial. O objetivo é promover a prática de atividade física com o foco principal na melhoria da saúde e qualidade de vida. São ofertadas as modalidades natação e treinamento funcional. As atividades são realizadas no CEU sob a supervisão de profissionais de Educação Física especializados no atendimento de pessoas com deficiência por meio de parceria firmada com o Programa Superar da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL/PBH). Este projeto é coordenado pela professora Drª Andressa da Silva de Mello do Departamento de Esportes/ EEFFTO da UFMG

As atividades são gratuitas e realizadas às terças e quintas-feiras no horário de 8h às 17h30. Para participar o universitário deverá apresentar atestado médico recente para a prática de atividade física adaptada, realizar uma avaliação física pelos profissionais do projeto e ser sócio do CEU.

Os interessados deverão realizar a pré-inscrição a partir da presente data através do ink:“https://forms.gle/qL4XjmkqdYjUPonU7”

Para maiores informações entre em contato pelo telefone (31)3277-4546 ou pelo e-mail programasuperarufmg@gmail.com

Fonte: https://www.ufmg.br/ceu/site/item_informes/317