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Atestado de Saúde será enviado pelo Sigepe

Ministério da Economia simplifica e agiliza a entrega de atestado médico e odontológico pelos servidores do Poder Executivo

Na próxima segunda-feira (21/9), o Ministério da Economia lança o Atestado Web no aplicativo SIGEPE para celulares. A funcionalidade do aplicativo vai permitir o envio do atestado de saúde de forma prática, ágil e sem deslocamento de servidores. Pelo próprio aplicativo será feita a análise do documento e o registro pelas Unidades SIASS.

Nesta primeira fase, as unidades de saúde do Ministério da Saúde em Brasília (DF), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) terão acesso à solução e atuarão como Unidades SIASS Pilotos. Juntos, representam mais de 21 mil servidores.

Segundo o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, “automatizar o registro do atestado dará celeridade na entrega, pois eliminará o deslocamento do servidor em horário de trabalho ou de convalescença, também permitindo otimizar a força de trabalho nos órgãos e com isso gerar uma economia indireta à União de aproximadamente 27 milhões por ano”.

O servidor também poderá consultar todos os atestados enviados a partir desse aplicativo, bem como a evolução da situação até os registros nos Sistemas SIAPE e SIAPE SAUDE.

Com a inclusão de mais uma nova funcionalidade no Sigepe Mobile, o Ministério da Economia busca facilitar a interação e a troca de informações entre os servidores e os órgãos da administração pública.

Como funciona o Atestado Web

Para utilizar a ferramenta de forma segura, o aplicativo Sigepe Mobile deverá ser instalado ou atualizado somente a partir do link enviado aos participantes do projeto piloto.

Ao entrar no menu, deve-se clicar em “Minha Saúde” >> “Atestado”. De posse da foto do atestado de saúde, o servidor deverá preencher alguns dados, anexar a foto e fazer o envio do documento. A partir daí, o atestado será analisado e o servidor poderá acompanhar a análise pelo próprio aplicativo.

Economia

Com a implantação da nova tecnologia, a estimativa é de uma economia de R$ 27 milhões, considerando despesas de 2019. A previsão levou em consideração o valor médio do tempo que o servidor leva para se deslocar até uma unidade de saúde e apresentar o atestado médico dentro do seu horário de trabalho, que gira em torno de 1,5 hora e também o valor médio do tempo que o agente público leva para receber, digitalizar e cadastrar um atestado no sistema SIAPE.

Balanço de 2019

>> 361.565 afastamentos para tratamento da própria saúde;

>> 135.996 agentes públicos afastados para tratamento da própria saúde;

>> 2,7 afastamentos por servidor afastado em média;

>> 9,69 dias em média por afastamento.

Fonte: Portal do Servidor

Um em cada quatro servidores públicos federais no Brasil é professor

Professores são um em cada quatro servidores federais na ativa. Ao todo, são 145,3 mil trabalhando em universidades, institutos federais e escolas. O total de funcionários públicos em atividade é de 603 mil. Os números não levam em conta os militares e foram registrados em julho de 2020.

A reforma administrativa proposta pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atinge em cheio o servidor público federal civil ao criar, por exemplo, mecanismos para demissão por mau desempenho. Para entender quem será mais impactado, é útil ver como é formado o contingente de servidores.

Grande parte é de professores, maior categoria dentro do serviço público federal. Como não são enquadrados como categoria com funções de Estado, os docentes contratados após a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) – caso o Congresso a aprove – estarão sujeitos a todas as mudanças propostas pelo Ministério da Economia.

Defendida pela equipe econômica como uma forma de racionalizar os gastos públicos, a PEC é denunciada por sindicalistas como uma forma de piorar os serviços para a população. “Essa reforma irá acabar oficialmente com todos os direitos trabalhistas conquistados pelos servidores. O fim da estabilidade os deixa os vulneráveis às pressões políticas e pode virar um verdadeiro cabide de emprego a cada mudança de governo”, afirma Samuel Fernandes, diretor do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF).

Entidades que representam os servidores públicos cerram fileiras contra a proposta do governo. A Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef) iniciou uma “jornada em defesa dos serviços e dos servidores públicos”.

Para o secretário-geral da entidade, Sérgio Ronaldo da Silva, o texto “acena ao mercado e penaliza toda a população”. Segundo ele, a proposta quer “dividir a categoria com mentiras, dizendo que só os novos serão atingidos, mas, na verdade, no final, quem vai pagar a conta é o trabalhador e a população, e quem vai ganhar são os bancos e o mercado financeiro, assim como foi na reforma da Previdência”, disse o sindicalista ao site da Condsef.

O gráfico a seguir mostra as 10 carreiras com a maior quantidade de servidores.

A categoria de professores é composta por 25 carreiras diferentes. A maior delas é de magistério superior, com 86,7 mil pessoas. Em seguida, os professores de ensino básico técnico e tecnológico. O próximo gráfico mostra como é a distribuição dos docentes em cada categoria.

 
As informações são do Painel Estatístico de Pessoal (PEP), mantido pelo Ministério da Economia.

Fonte: Metrópoles

Ofertas de cursos online gratuitos ENAP

Cursos à distância oferecidos gratuitamente por instituições de ensino superior, organizações sem fins lucrativos, escolas de governo e outras plataformas

“A Pró-Reitoria de Recursos Humanos (PRORH), por meio da Divisão de Desenvolvimento de Pessoal
(DDP) do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH), estimula todos os
servidores da UFMG a buscarem a capacitação continuada por meio de cursos de curta duração
(educação não formal).
Destacamos uma nova oferta de cursos online oferecidos gratuitamente por instituições de ensino
superior, organizações sem fins lucrativos, escolas de governo e outras plataformas, com temas
vinculados à atuação no serviço público e aplicáveis à realidade universitária.
Abaixo, indicamos links de acesso para alguns desses cursos.
Servidores Técnicos-administrativos em Educação, caso pretenda usar o certificado do curso para
progressão por capacitação profissional, não se esqueça de que alguns requisitos devem ser
observados, como a carga horária mínima de 20 horas. Além disso, o certificado deve conter o nome
da instituição ofertante, a carga horária total, o conteúdo/ementa e data de início e fim. O curso deve
guardar relação direta com o ambiente organizacional do servidor, nos termos da Portaria Nº 9/2006
do Ministério da Educação.
Capacite-se!”

PRORH.

Para acessar o documento clique aqui.