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Entrega do prêmio de Menção Honrosa para servidor da Engenharia

Conforme havíamos noticiado anteriormente, o nosso colega MARCOS DANIEL MACHADO recebeu a menção honrosa na XIII Semana Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas, realizada na cidade do Rio de Janeiro, RJ, no período de 25 a 29 de abril do corrente ano.

O evento foi promovido pela Escola de Administração Fazendária (ESAF), vinculada ao Ministério da Fazenda e a premiação refere-se à dedicação e interesse demonstrados durante o evento.

A participação do servidor no evento foi viabilizada através da 1a. Chamada – 2016 do Programa de Desenvolvimento Integrado e Gestão Organizacional (PRODIGO), nos termos da Resolução 03/2015, da Egrégia Congregação da Escola de Engenharia.

Obtivemos o registro fotográfico da premiação e achamos que seria importante registrá-lo. Parabéns ao nosso colega!

Semana OrçamentáriaIMG_Marcos_Daniel

Compulsão por trabalho traz consequências sociais e de saúde

Uma notificação no celular avisa a chegada de um e-mail do trabalho. A mensagem solicita um relatório para o dia seguinte. Você está em casa, mas sente uma necessidade incontrolável de atender a demanda e começa a produzir o material imediatamente. Fique ligado! Atitudes como essa podem indicar que você é workaholic.

“O termo vem do inglês work, que significa trabalho, e alcoholic, ligado à dependência”, afirma a psiquiatra e professora da Faculdade de Medicina da UFMG, Tatiana Mourão. Segundo ela, o comportamento não é considerado, exatamente, uma doença psiquiátrica. Com mais de cinquenta horas por semana dedicadas à profissão, o workaholic sente prazer durante o expediente e sensações de culpa e tristeza quando não está trabalhando.

Os primeiros sinais da compulsão envolvem problemas familiares, com o comprometimento dos relacionamentos sociais – família e amigos. Prejuízos à saúde, então, se tornam comuns. “Há os problemas físicos, porque não existe tempo ou vontade de se realizar atividades físicas, e podem acontecer abusos de álcool ou tranquilizantes para a pessoa relaxar no fim do dia”, observa Tatiana.

Ilustração: Juliana Guimarães

O workaholic não costuma perceber que está exagerando no trabalho. Por isso, a psiquiatra lembra a necessidade do apoio familiar para que ele se identifique como compulsivo e procure ajuda médica. Para ela, gostar da profissão e do ambiente de trabalho é fundamental para o sucesso pessoal e profissional, tanto quanto manter vínculos familiares e buscar prazer nos momentos de lazer.

“O tratamento dessa compulsão é baseado na psicoterapia, em que paciente e médico desenvolvem metas para uma vida mais equilibrada. O objetivo é mostrar ao workaholic que ele não deve sentir culpa no lazer ou descanso”, diz Tatiana Mourão. O uso de remédios só é indicado caso o indivíduo apresente algum transtorno de ansiedade ou humor, como a depressão, situação frequente entre as pessoas com quadros de workaholismo.

Sobre o programa de rádio

O Saúde com Ciência é produzido pela Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG e tem a proposta de informar e tirar dúvidas da população sobre temas da saúde. Ouça na Rádio UFMG Educativa (104,5 FM) de segunda a sexta-feira, às 5h, 8h e 18h.

O programa também é veiculado em outras 177 emissoras de rádio, distribuídas por todas as macrorregiões de Minas Gerais e nos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Massachusetts, nos Estados Unidos.

(Extraído do seguinte endereço: http://site.medicina.ufmg.br/inicial/compulsao-por-trabalho-traz-consequencias-sociais-e-de-saude/)

Escola de Engenharia comemora 105 anos e presta homenagem a ex-alunos

Fotos: Foca Lisboa / UFMG
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Cerca de 400 pessoas participaram da solenidade na manhã deste sábado

A engenheira Consuelo Bethonico Máximo foi homenageada com a Medalha Christiano Otoni, em solenidade na manhã deste sábado, 21, que comemorou os 105 anos de fundação da Escola de Engenharia.

Segunda mulher a receber a comenda, instituída pelo Governo de Minas Gerais em 1961, Consuelo Bethonico contou que foi incentivada a escolher esse curso justamente pela engenheira Beatriz Alvarenga, que se tornaria professora da UFMG e, em 1996, primeira mulher agraciada com a Medalha. “Dedico essa honrosa homenagem a todas as mulheres engenheiras”, disse (leia aqui o discurso na íntegra).

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Ao lado da filha Maria Flávia Máximo, a engenheira Consuelo Bethonico recebeu o diploma e a medalha Christiano Otoni do Secretário de Transportes, Murilo Valadares

Na solenidade também foram homenageados os engenheiros da Escola graduados nas turmas de 1956, 1966 e 1991, que alcançam neste ano, respectivamente, jubileu de diamante, ouro e prata. Foi lembrado ainda o centenário de formatura da primeira turma de alunos, em 1916.

O diretor da Escola, professor Alessandro Fernandes Moreira, fez pronunciamento em nome dos 310 formandos nas turmas de 1991. Relembrou o cenário mundial à época, em que conceitos como interdisciplinaridade e empreendedorismo não existiam, comparando com as possibilidades hoje oferecidas. “Agentes de transformação da sociedade, nossos egressos têm atualmente uma visão mais holística e humana. Depositamos neles as nossas esperanças”, disse.

Ao falar sobre os 105 anos da Escola, o vice-diretor Cícero Starling comentou que ao longo dos anos foram formados mais de 24 mil engenheiros e cerca de quatro mil mestres e doutores. Hoje a Escola tem 13 departamentos, 11 cursos de graduação, dez programas de pós-graduação, cerca de 5.500 alunos de graduação, 1.250 de mestrado e doutorado, e 600 de especialização.

Para Starling, a Escola de Engenharia é “um belo exemplo de sucesso em sua missão de ser um centro de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão, gerando oportunidades para que cada aluno cresça como pessoa e cidadão, retribuindo à sociedade tudo o que foi aqui investido nesta escola pública, gratuita e de qualidade”.

Cícero Starling lembrou “a fundamental contribuição do professor Marcos Pinotti Barbosa, falecido precocemente em janeiro deste ano, tendo atuado por duas décadas como docente da Escola”.

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Na tribuna, à direita, o diretor da Escola de Engenharia, Alessandro Moreira. Na mesa, a partir da esquerda: estudante Vítor Vaz, servidora Rejani Aparecida Andrade, vereador Tarcísio Caixeta, Secretário de Transportes Murilo Valadares, vice-diretor Cícero Starling, professor Pedro Viana, engenheiro Augusto Drummond e professor Bernardo Lopes.

(Notícia extraída do seguinte endereço: https://www.ufmg.br/online/arquivos/043601.shtml)

Transtorno mental é a segunda causa de longos afastamentos por doença na UFMG, conclui levantamento do Dast

 Um panorama do sofrimento mental na UFMG foi exposto nesta sexta-feira, 20, durante fórum estabelecido para discutir as diretrizes da política de saúde mental da Instituição. “Pesquisas mostram que no Brasil os transtornos mentais são a terceira causa de longos afastamentos do trabalho por doença. Na Universidade, o transtorno é a segunda causa”, afirmou a diretora do Departamento de Atenção à Saúde do Trabalhador (Dast), Regina Monteiro Campolina Barbosa, que apresentou o levantamento no auditório da Reitoria.

“Os nossos dados sobre o assunto ainda estão em construção, mas já corroboram a nossa percepção de que precisamos criar uma estrutura de apoio social dentro da Universidade”, defendeu a diretora, durante abertura do Fórum, ponto alto da quarta edição da Semana de Saúde Mental e Inclusão Social da UFMG.

Para a pró-reitora adjunta de Extensão e coordenadora geral da Semana, Claudia Mayorga, os debates travados nos últimos dias indicam que o caminho talvez seja aprimorar as estruturas já existentes. “Creio que precisamos potencializar as relações entre elas, estabelecer melhores fluxos e um sistema de trabalho em rede”, disse a pró-reitora.

De acordo o levantamento do Sast, que cobre o período de 2012 a 2015, o Hospital das Clínicas é a instituição de origem de metade dos servidores atendidos no Dast em razão de sofrimento mental. Outra particularidade do estudo mostra que 2014 foi um ano de aumento significativo, fora da curva, de afastamentos – tanto de servidores quanto de alunos.

“Também foi possível perceber um crescimento no índice de afastamento de alunos nos meses de julho e dezembro, o que possivelmente está relacionado com a pressão dos fins de semestre”, explicou Regina Barbosa.

A diretora do Sast também apresentou um cenário sobre a realidade de saúde mental no país e no mundo. Com base em informações da Organização Mundial de Saúde, ela lembrou que os transtornos mentais atingem cerca de 700 milhões de pessoas no planeta –13% do total de doentes. E alertou que essas enfermidades têm início na infância e na adolescência. “De 20% a 30% de todos os jovens experimentam um transtorno até os 20 anos de idade”, disse.

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(Notícia extraída do seguinte endereço: https://www.ufmg.br/online/arquivos/043595.shtml)