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Copa América – Funcionamento do Estacionamento da Escola de Veterinária, do ICB e da Faculdade de Farmácia

À Comunidade da Escola de Engenharia,

Encaminhamos anexo o OF. PRA-246/2019 referente aos horários de acessos aos estacionamentos da Escola de Veterinária e estacionamento do “Mineirão”, contíguo à Faculdade de Farmácia e ICB nos dias de jogos da Copa América em Belo Horizonte

Atenciosamente,
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Cícero Murta Diniz Starling
Professor Titular
Diretor da Escola de Engenharia
Universidade Federal de Minas Gerais

Sala 1504, Bloco 1, Prédio da Escola de Engenharia
Av. Antônio Carlos, 6627, Campus Pampulha
Belo Horizonte-MG, Brasil, Cep. 31270-010

Tel: +55 (31) 3409-1890
E-mail: diretor@eng.ufmg.br
Lattes: 
http://lattes.cnpq.br/4373224058704371

CRONOGRAMA PARA A FOLHA DE PAGAMENTO JUNHO/2019

Atendendo a pedido da nossa colega Eliane Ferreira de Barros (Seção Pessoal – Escola de Engenharia) , divulgamos:

Prezados(as)  Servidores(as) !
Segue o cronograma do Departamento de Administração de Pessoal para a folha de pagamento do mês de JUNHO/2019.
Solicitamos especial atenção às informações abaixo referente as datas de fechamentos dos sistemas: Sistema Web-Férias : homologação de férias para JULHO/2019, Sistema SISCAF – Lançamento de abonos referente ao mês de MAIO/2019,Sistema SIAPE – Período indisponível  devido ao processamento de folha de pagamento.OBS.: Solicitamos que neste  período, NÃO solicitem férias no sistema SIGEPE, tendo em vista que o sistema SIAPE está  fechado, dá inconsistência no ato da homologação pela Seção Pessoal.
Contamos com a colaboração e compreensão de todos e estamos à disposição para o que se fizer necessário.

Sandra: ‘Eu e a UFMG somos quase uma só na cidade que escolhemos como destino’ ​

Reitora é a nova cidadã honorária de BH

Sandra Goulart Almeida discursa para uma plateia formada majoritariamente por colegas e amigos da UFMG

Sandra Goulart Almeida discursa para uma plateia formada, em boa parte, por colegas e amigos da UFMG

Ao receber o título de cidadã honorária de Belo Horizonte na noite desta terça-feira, dia 28, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida destacou que a homenagem não era destinada a apenas a ela, “mas também à própria UFMG, ao papel que teve e que continuará a ter na vida da capital das Minas Gerais”.

Em cerimônia realizada na Câmara dos Vereadores, em um plenário repleto de colegas e amigos – em grande parte vinculados à própria UFMG – e familiares, Sandra Goulart Almeida fez um discurso emocionado, no qual destacou a sua relação com a capital mineira. Nascida em Pains, no Oeste de Minas, Sandra chegou a Belo Horizonte em 1981 para fazer vestibular na UFMG.

“[Aqui] me deslumbrei com o anonimato e a liberdade da cidade grande, por vezes, cosmopolita demais para uma jovem interiorana, mas disposta a viver intensamente cada minuto na cidade e na universidade”, disse ela. Quase quatro décadas depois, agora na condição de reitora da principal universidade de Minas, Sandra ressaltou sua profunda ligação com a instituição e, por conseguinte, com a cidade. “Mais do que nunca, eu e minha UFMG somos quase uma só na cidade que escolhemos como porto e destino”.

Sonho inconfidente
Apenas 30 anos, lembrou Sandra Goulart, separam o nascimento de Belo Horizonte e o da UFMG. Enquanto a primeira foi fundada em 1897, a segunda surgiu em setembro de 1927, com a união da Faculdade de Direito, da Escola Livre de Odontologia, da Faculdade de Medicina e da Escola de Engenharia. “A UFMG é parte constitutiva do projeto da própria criação de Belo Horizonte, cidade que se desenhou na articulação de ideais republicanos e de um projeto de modernidade para o estado e para o país”, afirmou a reitora, lembrando, que na prática, a criação da UFMG materializou, de forma tardia, um projeto dos inconfidentes: “Aqui finalmente se instalava uma Universidade”.

Uma universidade que cresceu e se qualificou nas décadas vindouras, como revelam os vários indicadores mencionados pela homenageada, como o conceito 5 (máximo) na avaliação de cursos e índice global no MEC, o maior percentual de programas de pós-graduação de excelência internacional, a liderança nacional no ranking de patentes e inovação e seu posicionamento de destaque em rankings de universidades. 

Apesar dessa excelência, a UFMG, como ressaltou a reitora, está às voltas com um bloqueio de recursos de 30% que afeta todas as suas atividades e retrocede seu orçamento a patamares de 2009, antes da expansão quantitativa e qualitativa experimentada na última década. “Por trás desses cortes [R$ 64,5 milhões], estão custos operacionais, mas também estão também trabalhadores que correm o risco de perderem seus empregos, estão professores que têm tido de pagar reagentes e materiais de ensino, pesquisa e extensão com recursos do próprio bolso e estudantes que dependem de suas bolsas de pesquisa ou extensão para o seu sustento”, lamentou Sandra Goulart Almeida.

Sandra Goulart com o diploma

Sandra Goulart com o diploma de cidadã honorária

Belo Horizonte do futuro
Na parte final de seu pronunciamento, a professora discorreu sobre o conceito da “era da incerteza”, que altera a própria concepção de futuro – “as narrativas que havíamos construído sobre aquilo que seríamos e sobre como viveríamos como que desmancham no ar” – e propôs uma reflexão sobre o próprio futuro de Belo Horizonte e sobre a contribuição que a UFMG pode dar a ele. “Como será a Belo Horizonte do futuro? O que essa escolha implicará para os cidadãos dessa polis?”, perguntou.

E em resposta, ela disse esperar que esse porvir não se eternize nos versos críticos de Carlos Drummond de Andrade – “um triste horizonte e destroçado amor”. “Que seja Belo Horizonte que sempre imaginei para mim e para todos os belo-horizontinos: uma cidade que valoriza o conhecimento e a educação, uma cidade que respeita a diversidade e a diferença, uma cidade acolhedora e inclusiva, digna de ser chamada de polis, uma comunidade formada por cidadãos e cidadãs livres e iguais”. E concluiu, colocando a UFMG à disposição da cidade e recorrendo, mais uma vez, ao poeta maior da literatura brasileira: “Onde não há jardim, as flores nascem de um secreto investimento em formas improváveis”.

Sandra Goulart e o vereador Arnaldo Godoy, que propôs a homenagem, junto com o vice-prefeito Paulo Lamac (à esquerda), o professor Tomaz Aroldo da Mota Santos e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira (à direita)

Sandra Goulart e o vereador Arnaldo Godoy, que propôs a homenagem, acompanhados do vice-prefeito Paulo Lamac (à esquerda), do professor Tomaz da Mota Santos e do vice-reitor Alessandro Moreira (à direita)

Ato político
Autor da proposta de homenagem à reitora Sandra Goulart Almeida, o vereador Arnaldo Godoy disse que a sessão de ontem representou um “ato de repúdio” aos ataques ao conhecimento e à intelectualidade e ao desprezo pelo avanço da ciência e da compreensão da história do Brasil. “Precisamos organizar uma resistência suprapartidária para o país não cair no retrocesso e no obscurantismo. Você [Sandra] há de me perdoar por transformar essa homenagem em ato político”, destacou o vereador, que também conduziu a sessão.

O professor Tomaz Aroldo da Mota Santos, reitor da UFMG de 1994 a 1998, saudou a “nova belo-horizontina” e lembrou os momentos de dificuldades vividos pela instituição. “Mas estamos em muito boas mãos para resistir a elas”, afirmou o professor, em referência à liderança exercida pela professora Sandra.

A deputada estadual Beatriz Cerqueira, que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, afirmou que o título conferido à reitora da UFMG era uma “homenagem ao protagonismo da mulher”. O professor Alessandro Moreira Fernandes, que se definiu como um “fiel escudeiro” de Sandra, declarou que se sentia “honrado” em ser seu vice-reitor. “Não pareço, mas sou um sujeito muito ansioso. E essa ansiedade acaba quando chego à Reitoria e conversamos sobre as atividades do dia”.

O vice-prefeito Paulo Lamac, a deputada federal Jô Moraes, o promotor Edson Ribeiro Baeta e a secretária de Educação de Belo Horizonte, Angela Dalben, também docente da UFMG, completaram a mesa da sessão.

Música
A cerimônia contou ainda com a execução do Hino Nacional brasileiro pelo flautista e pró-reitor de Planejamento, Maurício Freire Garcia. Ele também executou o choro Naquele tempo, de  Pixinguinha. Um dos pontos altos da cerimônia também teve a música como protagonista. Foi quando o próprio vereador Arnaldo Godoy puxou o refrão da música O que é o que é, de Gonzaguinha, outro forasteiro que escolheu Belo Horizonte para viver. Ritmada por palmas, a cantoria que se formou em seguida soou como uma mensagem de esperança em tempos turbulentos. Afinal, “a vida devia ser bem melhor e será”.

[Notícia extraída da fonte:
https://ufmg.br/comunicacao/noticias/sandra-eu-e-a-ufmg-somos-quase-uma-so-na-cidade-que-escolhemos-como-destino ]