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Projeto “Para quem você trabalha?” tem início na Escola de Engenharia

É com muita satisfação que informamos o início das atividades do Projeto “Para quem você trabalha?”, no âmbito da Escola de Engenharia da UFMG. Trata-se de uma iniciativa que visa estimular a prática do trabalho voluntário, de forma a melhorar as relações interpessoais entre os diversos atores sociais na Unidade.

O primeiro passo foi dado pelo aluno HAMILTON PEREIRA DA ROCHA JUNIOR, do Curso de Engenharia de Minas da UFMG, que também atua como bolsista da FUMP junto ao Departamento de Engenharia Eletrônica (DELT). Além de suas inúmeras atividades, Hamilton encontrou tempo para dar algumas aulas de reforço em Matemática para o jovem trabalhador MÁRCIO VINÍCIUS FAGUNDES, que atua junto à Seção de Contabilidade e vai fazer o ENEM esse ano.

As aulas acontecerão na medida da disponibilidade de ambos e são totalmente voluntárias. Não há dia certo para seu término mas o mais importante é a efetiva ação em favor de alguma pessoa que não seja você mesmo. Esse é o objetivo central do Projeto “Para quem você trabalha?”: fazer alguma coisa em favor de alguém que não seja você mesmo. Quem sabe você também se interessa em participar?

Abaixo, o registro fotográfico da primeira aula (Hamilton à esquerda na foto, de camisa branca, e Márcio à esquerda, de blusa azul). Agradecemos muito ao Hamilton sua disponibilidade e convidamos os demais interessados a colaborar e divulgar as ações que já efetuam!

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Esclarecimentos sobre postagem ref. Certificadores do ENEM

Acolhendo sugestão da nossa colega Ângela (Seção de Pessoal), vimos esclarecer que a postagem feita na semana passada nesse Blog, referente ao cadastramento de servidores públicos para atuarem como Certificadores do ENEM, não diz respeito aos interessados em atuar como Aplicadores do referido Exame.

As duas funções (Certificadores e Aplicadores) são bastante diferentes e a notícia publicada diz respeito apenas aos interessados em atuar como Certificadores. Inclusive há uma restrição que impede o servidor de atuar nas duas funções. Outros esclarecimentos podem ser obtidos com a leitura do Edital que consta no seguinte endereço: http://download.inep.gov.br/rnc/2016/edital_RNC_2016.pdf.

Conselho Universitário aprova reajuste do bandejão; preços para estudantes classificados nos níveis I a III são mantidos

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O valor de referência para os restaurantes universitários da UFMG em Belo Horizonte e em Montes Claros será reajustado de R$ 4,15 para R$ 5,60, conforme decisão do Conselho Universitário desta terça-feira, 28. Após relatório da Comissão Especial criada para discutir a questão, e acompanhando análise do Conselho de Assuntos Estudantis (CAE) da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), o Conselho Universitário decidiu que não haverá reajuste para os alunos que recebem assistência estudantil, classificados nos níveis I a III.

Desta forma, a gratuidade continua assegurada aos classificados no nível I. Para os níveis II e III fica mantido o preço de R$ 1, praticado desde 2012. Os estudantes que se enquadram nesses três níveis ainda têm acesso gratuito ao café da manhã.

O Conselho Universitário também referendou a sugestão do Conselho de Assuntos Estudantis de revisão dos critérios para classificação socioeconômica de estudantes no nível IV, convocando os 7.842 estudantes hoje nele posicionados para reavaliação, que incluirá comprovação obrigatória de renda familiar, não exigida atualmente. De acordo com relatório do CAE, elaborado a partir dos dados coletados pela Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), observou-se “haver distorções nos atuais critérios de classificação neste nível, que precisam ser corrigidas para que não se comprometa a política de assistência a estudantes economicamente vulneráveis”.

Por isso, o nível IV será desdobrado em dois subníveis, para que os valores das refeições possam atender especialmente aos estudantes em vulnerabilidade. Assim, estudantes com renda familiar de zero a um salário mínimo per capita terão redução no valor da refeição para R$ 2 (atualmente pagam R$ 2,90). São atualmente 2.057 estudantes, que correspondem a 26,23% do total de estudantes nível IV. Estudantes com renda familiar de um a três salários mínimos per capita continuarão desembolsando o valor atual, de R$ 2,90 por refeição. São atualmente 4.698 e correspondem a 59,90% do total de estudantes nível IV.

Os estudantes que apresentarem renda familiar acima de três salários mínimos per capita passam a pertencer à categoria de estudantes não classificados e pagarão R$ 5,60 por refeição. De acordo com o relatório que subsidiou a decisão do Conselho Universitário, estudantes nesta condição não apresentam situação de vulnerabilidade que configure direito à assistência pela UFMG. Os dados atuais da Fump demonstram que há 1.087 estudantes nesta situação, ou 13,86 % do total de estudantes nível IV.

Demais estudantes da UFMG passam a pagar R$ 5,60 por refeição; servidores técnico-administrativos e profissionais das fundações, R$ 6; pessoal das obras e docentes, R$ 8,50. Visitantes pagarão R$ 11,50 por refeição.

De acordo com dados da Fump, que gerencia os restaurantes, do total de 1,8 milhão de refeições servidas em 2015, mais de um milhão atenderam aos estudantes classificados nos níveis de I a IV de condição socioeconômica.

Os novos valores passam a vigorar no início do segundo semestre de 2016.

Moradias
O Conselho Universitário manteve a isenção de taxas nas Moradias Universitárias para estudantes classificados no nível I e reduziu as taxas para os níveis II e III. Os alunos classificados no nível II, que pagavam taxa mensal de R$ 66,42, passam a pagar R$ 50;
Para os de nível III, a taxa passa de R$ 106,28 para R$ 75. Demais estudantes da UFMG não assistidos passam a pagar R$ 299,94; diaristas, R$ 449,91; e diaristas do Convênio DRI, R$ 517.

O Conselho de Assuntos Estudantis também recomendou que o Conselho Universitário continue usando o IPCR para propor reajustes de preços de restaurantes e moradias universitárias.

Assistência estudantil

O acesso aos programas de assistência estudantil da UFMG se dá por meio de análise socioeconômica dos estudantes. Além de preencher questionário socioeconômico, elaborado por técnicos que trabalham na Fump, o estudante deve apresentar a documentação comprobatória das informações fornecidas. Se ainda assim houver qualquer dúvida em relação aos dados informados, o estudante é chamado para entrevista com assistente social. Em alguns casos, também é realizada visita domiciliar, ou são solicitados documentos complementares.

Os programas de assistência estudantil são mantidos, principalmente, com recursos do Plano de Assistência Estudantil (Pnaes), do Ministério da Educação (MEC). O Ministério repassou à UFMG R$ 29.083.249,13, em 2014, e R$ 35.857.008,78, em 2015.

Além do Pnaes, o Ministério da Educação (MEC) tem outros programas com impacto na assistência estudantil. O primeiro é o Programa de Bolsa Permanência, que tem a finalidade de minimizar as desigualdades sociais e contribuir para permanência e diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Estudantes do curso de graduação em Medicina, indígenas e quilombolas da UFMG que atenderem aos critérios para obtenção da bolsa podem concorrer ao benefício. Há também o Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior (Promisaes), cujos recursos são destinados a estudantes de graduação intercambistas estrangeiros.

A UFMG tem, ainda, programas próprios que destinam recursos para a assistência a estudantes com esse perfil e que não dependem de repasse exclusivo do MEC. Os recursos são convertidos em bolsas com duração de 10 e 12 meses. 
São três frentes de atuação: 1) apoio a alunos dos cursos noturnos (bolsas de 12 meses), com intuito de auxiliá-los à dedicação exclusiva à graduação; 2) assistência estudantil com foco na formação profissional especializada na perspectiva laboratorial (bolsas de 10 meses); e 3) ações afirmativas (bolsas de 10 meses). 

(Notícia extraída do seguinte endereço: https://www.ufmg.br/online/arquivos/044193.shtml)