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Faculdade de Direito e campi Pampulha e Saúde têm aulas gratuitas de Tai Chi Chuan

Acolhendo sugestão da nossa colega Eliane Barros (Seção de Pessoal), estamos divulgando a seguinte notícia:
O Instituto Confúcio da UFMG está promovendo aulas gratuitas de Tai Chi Chuan – arte marcial chinesa conhecida como meditação em movimento – nos campi Pampulha e Saúde e na Faculdade de Direito. Para participar do curso, o interessado não precisa fazer inscrição prévia; basta comparecer vestindo roupas largas e confortáveis.
No campus Pampulha, as aulas são realizadas às terças e quintas-feiras, das 11h20 às 12h20, no Auditório 1004 da Faculdade de Letras, e das 17h às 18h, na Praça de Serviços. No campus Saúde, a atividade ocorre na arena da Faculdade de Medicina, às segundas-feiras, das 11h20 às 12h20, e quartas-feiras, das 7h30 às 8h30. Já na Faculdade de Direito, as aulas são ministradas às quartas e sextas-feiras, das 11h10 às 12h10.
Prática milenar
O Tai Chi Chuan é uma arte marcial que envolve esforço e suavidade ao mesmo tempo. Trabalhando músculos e tendões, ela exige o uso de todo o corpo com dedicação e disciplina. A sequência é constituída de uma dinâmica de movimentos contínuos, circulares, rítmicos e fluidos em contínua transformação, seguindo os princípios da filosofia Ying/Yang.
A prática é ótimo exercício para manter a forma e fortalecer os músculos e tendões, além de benéfica para pessoas com quadros de obesidade, depressão, artrite e problemas cardíacos. Também facilita o alongamento do corpo, ativa a circulação e ajuda a corrigir problemas posturais e a eliminar dores na coluna.
Mais informações sobre a atividade podem ser obtidas pelo telefone 3409-3259
[Notícia extraída do seguinte endereço: http://sindifes.org.br/noticia/101351/]
Espetáculo de dança e teatro que valoriza os sentidos será apresentado amanhã, no auditório da Reitoria
Acolhendo sugestão do nosso colega Alexandre Alves (CTM/DEMEC), estamos divulgando a seguinte informação:
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O espetáculo Sentidos é a atração do Quarta Doze e Trinta de amanhã, 29, no auditório da Reitoria, campus Pampulha. Com dança e teatro, o espetáculo, protagonizado pelo coreógrafo Victor Alves e pelo ator Oscar Capucho, põem em perspectiva dois corpos com vivências e aptidões físicas e artísticas distintas, estabelecendo comunicação entre si e com o espaço à sua volta. A apresentação terá início às 12h30, com entrada gratuita.
Lançando mão de apelos auditivos e olfativos em cena, Sentidos valoriza o sistema sensorial humano para além da visão, traçando um caminho que busca expandir as percepções do público e ampliar sua compreensão acerca da riqueza da diversidade.
Formado em Teatro pela UFMG, Capucho estreou profissionalmente em 2012, no espetáculo Desassossego em branco, ao lado de Renata Mara. O ator ficou cego aos nove anos devido a um deslocamento de retina e integrou em 2016 a cerimônia de abertura das Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Victor Alves é bailarino, coreógrafo e diretor da Laia Cia. de Danças Urbanas.
(Notícia extraída do seguinte endereço: https://www.ufmg.br/online/arquivos/047042.shtml)
Funcionalismo: Lei abre brechas para terceirização no setor público e pode diminuir concursos
Aprovado na noite da última quarta-feira, no Congresso Nacional, o Projeto de Lei 4.302/98, que permite a terceirização irrestrita no país, inclusive no serviço público, já causa polêmica. No caso do serviço público, como não há vedação expressa no texto, a legislação abre brecha para que se terceirize setores do funcionalismo, a exemplo de escolas, hospitais e atendimento ao público em órgãos.
A exceção da terceirização será para atividades essenciais ao Estado, como judiciário e policia. Outras funções, mesmo que ligadas a atividade-fim, poderão ser terceirizadas em órgãos ou empresas públicas.
— O projeto em relação à terceirização é muito abrangente e dá margem para que este tipo de contratação seja feita nas mais variadas áreas do serviço público, o que é bastante preocupante. Este novo processo nas relações de trabalho do país pode abrir precedente perigoso no setor público, que pode sofrer ainda mais com a ineficiência — avalia Ângelo Costa, presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho.
A aprovação do projeto, completa Costa, que permite a terceirização em todos os setores, e de forma irrestrita, burla o conceito essencial do concurso público, que é o acesso democrático a esta carreira. Desta forma, alerta ele, o poder público pode desistir de realizar concursos, muitas vezes onerosos para os cofres públicos, e optar pela terceirização.
— O Estado pode deixar de fazer concursos públicos e passar a contratar empresas prestadoras de serviço. Assim, funcionários que não terão direito algum à carreira,vão exercer funções dentro da máquina pública — destaca
De acordo com dados mais atualizados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Brasil tem aproximadamente 12 milhões de trabalhadores terceirizados, o que equivale a cerca de 27% do número total de profissionais com contrato de trabalho formal. A preocupação, para a ANPT, é de que o número de trabalhadores nesta condição aumente no Brasil, em desrespeito à realização de novos concursos ou mesmo à nomeação de aprovados em certames já realizados.
— Nós podemos enfrentar um processo de não nomeação para quem já foi aprovado e, sobretudo, um processo mais doloroso, de exoneração daqueles que já estão na função, mas ainda não obtiveram a estabilidade — explica Costa.
Responsável por administrar um Estado em crise, o governador Luiz Fernando Pezão vê com ressalvas a questão da lei.
— Pelo que entendi, a lei foca mais no setor privado e o concurso público é necessário para a Previdência (mais ativos para contribuir). Para esse momento, não acredito que afete em nada — disse Pezão.
Para o professor Istvan Kasznar, professor de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) , a lei pode oferecer ao setor público uma oportunidade de enxugar postos que são desnecessários atualmente.
— No setor público, temos uma série de funções que são desnecessárias. Temos uma enorme quantidade de empregos que já não condizem que a necessidade da população e que podem ser terceirizados. Porém, acredito, a questão em debate está muito mais focada no setor privado, mas as regras têm de ser claras para os dois lados — disse.
Vale destacar que o projeto aprovado ontem pela Câmara dos Deputados e que libera a terceirização de forma irrestrita ainda não é o texto definitivo que vai regulamentar esse tipo de contratação no país. Ele será complementado por outro projeto em tramitação no Senado.
LEI NÃO VINGARÁ NO SERVIÇO PÚBLICO, DIZ ESPECIALISTA
Para o juiz federal William Douglas, o texto, ao abrir esta possibilidade, se torna inconstitucional, “pois a constituição brasileira, no inciso segundo do artigo 37, prevê que o acesso ao funcionalismo deve ser feito através de seleção pública, com regras preestabelecidas. Assim, acredito que não terá aplicação no setor “.
Ao permitir a terceirização, segundo a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, sem limites e garantias, o PL 4.302 tornará mais grave a crise econômica e de arrecadação do Estado, pois, ao permitir a redução material de direitos e benefícios, mediante a diminuição significativa da renda do trabalhador, acarretará na redução da arrecadação de impostos.
— Ao liberar a terceirização para quaisquer das atividades das empresas e do Estado, veremos o crescimento dos índices de desemprego no Brasil, o que possibilitará a redução de direitos dos trabalhadores brasileiros, dentre eles remuneração e benefícios — aponta Ângelo Costa.
Atualmente, jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) proíbe terceirizar atividade-fim da empresa. Por exemplo, uma escola não pode terceirizar os professores, assim como hospitais não podem terceirizar médicos.
[Notícia extraída do seguinte endereço: http://servidorpblicofederal.blogspot.com.br/2017/03/funcionalismo-lei-abre-brechas-para.html)